O paradoxo: “viver para morrer”

Temos uma e única grande certeza em nossas vidas: desde que nascemos temos a certeza que iremos morrer. Esta certeza nos angustia e determina a forma e qualidade de vida que adotamos.

Como característica intrínseca, desenvolvemos dois grandes medos que nos protegem desta finitude natural; o medo de morrer e o medo de enlouquecer ( o enlouquecer implica em morte psicológica: a morte da personalidade e da faculdade de pensar).

Ao sermos assolados por qualquer doença, desenvolvendo seus sintomas específicos, entramos em contato, muitas vezes de forma que nos parece cruel, com a constatação desta finitude e que a doença busca antecipar. Grande parte dos sintomas apresentados nas doenças, são reações naturais de defesa que o nosso organismo ou o psíquico desenvolvem, para combater o mal que se apresenta, impedindo que o mesmo chegue ao seu intento.

As pessoas que conosco convivem, também são suscetíveis para com o término de nossa existência. Caso isto ocorra existe o sofrimento, o luto: a morte daquela presença ou relação. Este particular pode determinar a utilização das doenças e seus sintomas para se conseguir satisfações de necessidades particulares, através de chantagens, de atitudes verdadeiramente auto e hetero punitivas e de defesa.

Léo Baroni

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10 comentários sobre “O paradoxo: “viver para morrer”

    1. Fabiana, bom dia.
      Por motivos éticos e atendendo as recomendações do CRP- Conselho Regional de Psicologia, divulgo os valores dos tratamentos somente na sessão, pessoalmente.
      Informo, porém, que tenho uma postura muito flexível para com valores e sempre me fundamento na “causa terapêutica” e nas condições do paciente.
      Se for do seu interesse, marque um horário em um dos meus consultórios, sem compromissos, para que possamos discutir a respeito.
      Obrigado:
      Consultório de Moema: Av. Moema, 635, fone 3459.8322. Consulto às segundas e quintas feiras.
      Consultório de São Bernardo do Campo: Rua Adriático, 02, fone: 4125. 2513. Consulto de terças e sextas feiras.
      Às quartas feiras atendo em Jundiaí.
      Obrigado.
      Léo

  1. Dr. Léo, boa tarde!!!

    Sofro de depressão mas tenho que disfarçar porque em meu trabalho tenho que ser contagiante mas na vida pessoal não consigo sair do passado e embora tenha de tudo um pouco me sinto só e sem perspectiva. Tentei a religião mas não consegui um amparo que me fizesse melhorar, estou definhando e emagrecendo e embora estejamos no século da comunicação me sinto isolado e sem atrativo. Estou com 40 anos e separado. Preciso de um tratamento e não sei por onde começar. Poderia me ajudar?

    1. Luciano,
      você já empreendeu o passo mais importante: sabe que apresenta depressão e que necessita de ajuda para vencê-la, sobretudo através de profissionais competentes. Procure-me marcando uma sessão em um dos meus consultórios, sem compromissos. Assim poderemos analisar melhor suas necessidades. Consultório em Moema: Av. Moema, 623, fone: 3459.8322; Consultório em São Bernardo do Campo: Rua Adriático, 02, fone: 4125-2513. Até lá. Léo

  2. gostária de fazer regressâo: tenho sonhos estranhos, vejo lugares onde eu conheço depois eonde ue nunca fui. varias vezes ouço vozes .e:os meus presentimento acaba acontecendo semelhante oque vejo. boa-noite desde já obrigado. 26-08-2012.

    1. Neuza, bom dia
      O relato dos seus sintomas sugere um tratamento psicoterapêutico que utiliza exercícios que utilizem de estados alterados de consciência para a identificação dos motivos causadores de tais transtornos. Aguardo seu agendamento para uma avaliação mais precisa. Consultório em Moema: (11) 3459-8322; consultório em São Bernardo do Campo (11) 4125-2513. Obrigado, Léo

  3. Boa tarde Dr. Leo, gostaria de saber se existe alguma cura para casos de epilepsia dde ausência, estou sofrendo muito vendo a minha de 8 anos tendo esse problema. Gostaria muito que ela se curasse.

    Obrigada

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